Zenildo Dias do Vale defende que redução do gás de cozinha deveria ser de R$15

  • 25/Fev/2021

Mesmo com isenção do imposto federal a partir do dia 1º de março, a redução será de apenas R$2,18 por botijão
 
O botijão de gás, que há pouco mais de um ano era vendido por R$65 ou R$70 em Goiânia, hoje custa entre R$85 e 100. Mas, para o presidente do Sindicato das Empresas revendedoras de Gás e Região Centro-Oeste (Sinergás), Zenildo Dias do Vale, se todos os aumentos recebidos desde o início do ano tivessem sido repassados, o gás de cozinha já estaria custando entre R$110 e R$120. “Distribuidoras e revendedoras reduziram suas margens de lucro porque os fregueses já estão tendo dificuldade para comprar”, conta. 

Zenildo reforça que já vendeu botijões por um preço bem menor que a tabela do dia para ajudar clientes que precisavam de ajuda. “É muito triste ver a situação das famílias que não estão conseguindo comprar”, ressalta. O presidente Jair Bolsonaro anunciou que vai se isentar o imposto federal sobre o gás de cozinha a partir do 1º de março. Porém, na prática, isso deve significar uma redução de apenas R$2,18 por botijão, na média nacional, segundo cálculo da Associação Brasileira de Entidades de Classe das Revendas de Gás LP (Abragás). “Para haver o impacto necessário, essa redução teria que ser de, pelo menos, R$ 15”, diz Zenildo. 

Segundo o índice de preços ao consumidor amplo 15 (IPCA 15), que apresenta uma prévia da inflação pra este mês, o botijão registrou a sexta alta consecutiva e já acumula 14,25% nos últimos 12 meses na capital. Mas os revendedores garantem que o reajuste já ultrapassa os 20% e que novos aumentos já estão programados para os próximos dias.





texto retirado da matéria do O Popular do dia 24 de fevereiro de 2021

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